O movimento independente Ribeira Brava em Primeiro (RB1),
liderado por Marco Martins, emitiu uma nota no qual apresenta uma "estratégia sólida de apoio social e
saúde pública, reforçada por medidas concretas que colocam sempre os
ribeirabravenses em primeiro lugar", afirma.
Conforme explica, "estas áreas, fundamentais para a qualidade de vida e para o
futuro do concelho, são assumidas como prioridade absoluta, garantindo
respostas próximas, eficazes e inclusivas", destacando as principais propostas:
- "Reforço do apoio ao doente oncológico, assegurando
acompanhamento digno e eficaz;
- Promoção do envelhecimento ativo e da inclusão social, com
programas dedicados a idosos e grupos vulneráveis;
- Parcerias com centros de saúde, escolas e instituições
sociais para melhorar a prevenção e a resposta no terreno;
- Programas de estilos de vida saudáveis e de prevenção na
adolescência, em articulação com as comunidades escolares;
- Incentivo ao voluntariado de proximidade, reforçando a
solidariedade comunitária;
- Habitação social e de custos controlados, através da
reconversão de escolas desativadas e parcerias com o IHM e promotores privados".
E continua, salientando que "no âmbito do envelhecimento activo, o RB1 anuncia medidas de
grande impacto", tais como :
- "A Universidade Sénior da Ribeira Brava passará a ter um
espaço próprio e contará com uma carrinha de apoio, garantindo transporte e
maior mobilidade aos seus utentes. Esta aposta vai permitir reforçar a participação dos seniores nas atividades, promovendo inclusão, bem-estar e qualidade de vida."
Além disso, o movimento "compromete-se a manter e reforçar", estas medidas já em vigor:
- O apoio à Universidade Sénior da Ribeira Brava;
- A recuperação de habitações de famílias carenciadas;
- A aplicação das taxas mínimas de IMI e benefícios de IMI
familiar;
- A redução de taxas municipais para famílias com dificuldades
económicas;
- O apoio contínuo às instituições de cariz social do
concelho.
A candidatura liderada por Marco Martins "acredita que uma Ribeira Brava mais justa, solidária e
inclusiva só se constrói com proximidade, respeito e respostas eficazes,
assegurando que ninguém fica para trás", conclui.
