O presidente
reeleito da Junta de Freguesia do Imaculado Coração de Maria, Pedro Araújo, que, juntamente com os restantes membros do executivo e da assembleia de freguesia, tomou posse esta tarde, no salão paroquial da localidade, prometeu dar
continuidade ao projecto iniciado em 2021 e reforçar a aposta em “proximidade,
inovação social e cidadania activa” durante o mandato 2025-2029. Para já,
desafiou os cidadãos a assumirem maior participação na vida da freguesia.
“A força da nossa freguesia vai muito além dos órgãos
autárquicos. Essa força está também na participação e no envolvimento de todos
os nossos moradores. Cada morador é parte deste projecto. Cada morador pode e
deve participar, propor, colaborar... É essa energia colectiva que pode
transformar o Imaculado num verdadeiro território de cidadania activa. Por
isso, deixo-vos um desafio: aproximem-se, façam parte, tragam ideias. A
freguesia é de todos, precisa de todos e conta com todos”, declarou o autarca.
Perante os membros da Assembleia de Freguesia (novamente presidida por Marsílio Aguiar), moradores mas também representantes institucionais (como o novo presidente eleito da CMF, Jorge Carvalho, e a secretária da Saúde, Micaela Freitas), Pedro Araújo agradeceu a “confiança
inequívoca” expressa nas urnas a 12 de Outubro, sublinhando que a reeleição
“não é um ponto de chegada, nem um ponto de partida”, mas a renovação de um
projecto comum. “Começamos juntos e vamos continuar juntos”, afirmou,
enaltecendo a dedicação da equipa da coligação Funchal Sempre Melhor (PSD/CDS),
que voltou a conquistar a maioria na freguesia. “A maioria reforçada que
alcançámos aumenta a nossa responsabilidade — a de sermos cada vez mais a voz e
o rosto do nosso povo.” O autarca
destacou que o novo mandato será pautado pela “humildade, dedicação e espírito
de missão”, assegurando que “as decisões da Junta refletirão o rigor na gestão
pública, o interesse coletivo e a proximidade” que distingue o Imaculado.
Durante o
discurso, o presidente deixou ainda palavras de reconhecimento aos serviços
administrativos, à equipa de higiene urbana, à Universidade Sénior e ao curso
EFA – Educação e Formação de Adultos, projetos que classificou como “espaços de
saber, partilha e valorização de diferentes gerações”. Também o Grupo de Actividade
Física e Funcional foi destacado como “exemplo de vitalidade e espírito
comunitário”. Dirigindo-se
à população, Pedro Araújo reservou mensagens específicas para diferentes grupos
etários. Aos seniores, expressou “profundo respeito e gratidão”,
reconhecendo-os como “memória viva da freguesia e guardiões da identidade
local”. Aos jovens garantiu a continuidade ao Plano Local de Juventude,
reforçando o apoio às suas ideias e criatividade. Já às famílias, assegurou o
compromisso da Junta em promover “segurança, espaços públicos acolhedores e
serviços de proximidade”, para que “todas sintam que esta é uma freguesia onde
vale a pena viver”.
O autarca
destacou a importância das instituições locais — escolas, casa do povo, clubes,
grupos culturais e desportivos — e agradeceu à Paróquia do Imaculado Coração de
Maria, anfitriã da cerimónia. Enalteceu
ainda a colaboração com o Governo Regional, citando o Centro de Inclusão Social
e a Escola Bartolomeu Perestrelo como exemplos de investimentos estruturantes,
e deixou uma palavra de apreço à Câmara Municipal do Funchal pela “visão
descentralizadora” que tem permitido “resultados concretos nas ruas, nas
infraestruturas e nos serviços à população”.
Ao
recém-eleito presidente da autarquia funchalense, Jorge Carvalho, Pedro Araújo
expressou “estima e confiança”, desejando “um mandato pautado pelo reforço da
cooperação institucional e pela ambição concretizada de fazer do Funchal uma
cidade Sempre Melhor”.
No
encerramento da intervenção, Pedro Araújo reafirmou o compromisso de liderança
participativa e humanista: “Servir é a forma mais nobre de liderar. Governar é
cuidar, é escutar, é transformar vidas e territórios”. O presidente da Junta
reiterou a meta de tornar o Imaculado Coração de Maria “um modelo de
proximidade, inovação social e cidadania activa”, onde “cada morador sinta que
a sua voz conta e que a freguesia lhe pertence, com orgulho”.
