
O último relatório da Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI) destacou falhas organizacionais, constrangimentos de recursos humanos e deficiências estruturais na Polícia de Segurança Pública e na Guarda Nacional Republicana (GNR), reforçando a urgência de reformas para garantir eficácia, transparência e confiança pública.
Ao conhecer esse relatório, despertei para uma reflexão antiga: a diferença de tratamento entre as forças policiais e os mecanismos de escrutínio a que estão sujeitas. Este cenário obriga a olhar criticamente para a PSP, a GNR, a Polícia Judiciária (PJ), a própria IGAI e o Inspetor Nacional da PSP, num sistema que deveria assegurar igualdade, transparência e confiança.