A advogada e
vice-diretora geral do ISAL, Sancha de Campanella, e o docente e investigador Diogo
Goes, ambos fundadores do Observatório dos Direitos Humanos, Transparência e
Políticas Culturais das Regiões Ultraperiféricas, serão palestrantes no 2.º
Congresso Internacional de Cidades Inteligentes e Nomadismo Digital.
O evento,
organizado pelo Instituto Ibero-Americano de Compliance - IIAC (Brasil) e pelo
Instituto Superior Entre o Douro e Vouga - ISVOUGA (Portugal), terá lugar nos
dias 2 e 3 de Outubro em Santa Maria da Feira.
Os docentes e
investigadores também integram o comité científico deste congresso
internacional.
Sancha de
Campanella será também palestrante no 5.º Congresso Ibero-Americano de
Compliance, Governança e Anticorrupção, que irá decorrer a 7 e 8 de Outubro na
Ciudad Real, em Espanha. Este evento é organizado pelo IIAC em parceria com a
Universidad de Castilla-La Mancha - UCLM.
Refira-se que
o Instituto Ibero-Americano de Compliance, instituição organizadora de ambos
congressos, é presidido pelo Comendador Fabrizio Bon Vecchio, advogado e
professor universitário, também associado honorífico do Observatório
Nos respectivos
congressos, Sancha de Campanella irá o proferir palestras nas áreas de governance,transparência
e anticorrupção, enquanto Diogo Goes irá versar as temáticas da sustentabilidade
e turismo digital.
Estas
palestras apresentam já uma discussão preliminar sobre os estudos iniciados
pelo Observatório e pelo Centro de Investigação Científica do ISAL.
De destacar
que os investigadores, integram actualmente o comité científico da 17th International
Conference on Humanities, Psychology and Social Sciences, que irá decorrer a 7
e 8 de Dezembro em Paris.
“A salvaguarda
dos direitos humanos é essencial para garantir uma governança justa e
transparente. A participação nestes congressos é uma oportunidade de reforçar o
compromisso com a ética, transparência e a luta contra todas as formas corrupção”,
sublinha Sancha de Campanella, citada em comunicado de imprensa.
Por sua vez,
Diogo Goes considera ser “imperativo que os destinos insulares estejam na
vanguarda da inovação no turismo e na promoção da economia criativa”. “Através
da Ciência conseguimos encontrar as respostas emergenciais para os grandes
problemas globais e assim assegurar um futuro mais justo, equitativo e
sustentável”, reforça.
Estes encontros
visam promover a reflexão sobre as melhores práticas de governança, gestão de
riscos e implementação de programas de conformidade e transparência e de
prevenção de crises, nas áreas da governança urbana, território, turismo e na
esfera digital.
