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Partido Popular Monárquico (PPM Madeira) emitiu hoje um comunicado para reagir ao 'chumbo' do projecto de construção de um parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Município do Funchal. "Antes de mais, agradecer e
enaltecer a decisão tomada pela Direcção Regional da Cultura (DRC), pela sua
postura na defesa do nosso património cultural histórico da cidade do Funchal", começa por realçar o coordenador regional, Paulo Brito.

Assim, "o PPM que nas suas habituais reuniões de trabalho, não tinha em agenda este
tema, mas ao sabermos da notícia pelos meios de comunicação social, não
poderíamos deixar de falar sobre a defesa do nosso património cultural, sendo o
PPM o partido mais antigo de Portugal a defender as nossas tradições, cultura e
património arquitectónico, sendo que os assuntos que estavam agendados para
discussão, em breve nos iremos pronunciar sobre os mesmos, que tem como tema,
salubridade e questões de saúde pública na cidade do Funchal, mas que ainda
estamos a recolher alguns testemunhos", conta.

Voltando ao tema, "parece que os ditos 'treinadores de bancada' que se mostraram contra
a construção do parque de estacionamento no Largo do Colégio, afinal tinham
razão, dada agora pelo parecer da DRC", exclama. "A
Sra. Presidente da Câmara do Funchal que tentou dar o dito por não dito sobre
as decisões da construção do parque de estacionamento, que afirmou nada estar
decidido, mas sempre fez questão de lembrar que iriam cumprir com a promessa
eleitoral feita e ter a intenção de ir para a frente com esta aberração do
parque de estacionamento", aponta o dedo.

Agora, o PPM "espera que as palavras da Sra. Presidente da Autarquia ao afirmar que este
é um assunto morto, até se for preciso, oferece uma lápide com a sigla 'R.I.P. estacionamento', a ser oferecida pelo nosso coordenador Paulo
Brito, que está ligado às artes e à defesa e recuperação do nosso património
arquitectónico da cidade do Funchal", ironiza.

E termina, instando Cristina Pedra: "O PPM Madeira quer é que a Sra. Presidente da Autarquia do Funchal mostre que, realmente, está à altura de ser uma treinadora vencedora e não uma Presidente de
bancada a ser 'despedida' nas próximas eleições autárquicas pelos
funchalenses", preconiza.