É um dos problemas que mais
aflige os utentes. E com razão, dadas as suas implicações na saúde. Falamos da
falta de medicamentos, que ocorre não só nas farmácias comunitárias, como
revela um inquérito da DECO PROteste, mas inclusive nas farmácias hospitalares,
como o DIÁRIO já muitas vezes deu conta.

Os medicamentos sujeitos a
receita médica destinados ao tratamento de doenças cardiovasculares, do sistema
nervoso central e de infecções são os que mais frequentemente estão
indisponíveis na farmácia, revela um inquérito da associação a mil portugueses,
entre os 25 e os 74 anos.