O deputado Francisco Gomes foi indicado pelo partido Chega para uma terceira Comissão, a do Poder Local, depois de já ter sido integrado na da Defesa Nacional e na da Transparência. De acordo com nota divulgada pelo próprio, "as
comissões parlamentares são órgãos permanentes e com competências específicas
em determinadas matérias. Ao todo, existem catorze comissões parlamentares permanentes,
sendo as mesmas, predominantemente, os locais onde se desenrola o processo
legislativo. As comissões parlamentares tomam posse na próxima quinta-feira,
dando, assim, início oficial ao seu trabalho", realça.
"Estou
naturalmente feliz pela indicação do partido para a Comissão do Poder Local,
pois é um dos principais órgãos parlamentares onde serão debatidos temas como,
por exemplo, a autonomia da Madeira, que foi a principal bandeira da campanha e
a causa fundamental que deve orientar a acção de qualquer político madeirense", refere.
Além desta comissão, as outras duas comissões são "áreas que interessam
ao parlamentar madeirense e nas quais o mesmo procurará dar contributos significativos
para a melhoria das condições de trabalho e de operação das forças armadas,
assim como para um clima de maior transparência e ética na política nacional", assegura.
"Estamos
a falar de duas áreas importantíssimas para a vida nacional, mas que têm sido
constantemente desprezadas pela incompetência dos partidos que nos têm liderado
nos últimos anos", recorda. "É urgente inverter o ciclo de más políticas, que nos têm
tornado uma nação mais exposta aos riscos que se acumulam no contexto global e
mais permeável a práticas danosas como a corrupção. As comissões para as quais
foi nomeado são locais fulcrais nesse combate", afiança.
Francisco Gomes destaca, em conclusão, "o peso que a Madeira está a ganhar na acção
política do Chega", partido que, diz, está "cada vez mais sensibilizado para a
causa autonómica e determinado a conferir à Região uma posição de destaque na
definição da estratégia partidária em áreas nevrálgicas da governação", garante.
"Que
o Chega tenha feito questão de nomear um madeirense para comissões que são
centrais no seu pensamento e acção política revela não só a consideração que
tem pela Região, mas também o papel de destaque que quer conferir à Madeira em
áreas fundamentais", acredita. "Como é óbvio, a Madeira tem cada vez maior relevância
dentro da matriz política do Chega, que se está a assumir, dia após dia, como
uma voz forte pela autonomia no seio da República", conclui.

