A Associação Ajuda a Alimentar Cães mostrou a sua
indignação através de uma publicação nas redes sociais, pelo arquivamento de
uma queixa por maus-tratos a animais.

Segundo explica, o homem natural do Campanário que há
dois anos publicou um vídeo a incentivar o seu cão a matar um gato e que teria
também vários animais a seu cargo “em jaulas
completamente conspurcadas, sem comida e sem água, alguns dentro de
transportadoras”, foi ilibado de qualquer crime.

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“Fomos lá quando soubemos
deste caso e poucos dias depois a GNR foi ao local e apreendeu todos os animais. A denúncia
foi encaminhada para o Ministério Público e os cães ficaram apreendidos por ordem
do Tribunal. Nem foi mais nossa preocupação este caso porque nenhum
procurador nem juiz iria autorizar o regresso destes animais às mãos de quem os
utiliza para matar outros animais e para viverem enjaulados e em condições de
insalubridade. Tínhamos a certeza de que iria ser dada ordem para serem
encaminhamos para adopção. Estávamos enganadas”, escreveu a associação que
afirma ter recebido uma carta do Ministério Público a dar conta de que "o indivíduo não cometeu o crime que lhe vem imputado”, que os animais “não
estavam em condições desadequadas” e que determinavam a “restituição dos
animais a quem foram apreendidos”.