A candidata pela coligação 'Madeira Primeiro', Paula Margarido, sublinhou a importância do Governo da República em garantir, em árias fundamentais como a Segurança e a Justiça, uma outra capacidade de resposta para as necessidades que, "há muito, têm sido ignoradas".
Quando defendemos a
necessidade do Estado assumir as suas responsabilidades e investir na melhoria
dos serviços que, na Região, estão sob a sua tutela – como é o caso, entre
outros, das Esquadras da PSP e Tribunais – é certo que estamos a defender melhores
condições de trabalho para os profissionais que deles fazem parte mas, também,
mais e melhores respostas a todos os Madeirenses e Porto-Santenses, porque é
isso que nos move
Paula Margarido que, a este
propósito, relembra que, sendo estas áreas da competência do Estado, “é o
Estado que deve intervir e cumprir, passando das promessas às acções e
assegurando, para além das condições físicas de trabalho, mais recursos humanos
– cuja carência está perfeitamente identificada – para que a resposta aos
cidadãos que aqui residem seja de qualidade e em tempo útil, algo que
atualmente não corresponde, na larga maioria dos concelhos”.
“Não nos parece justo que a
resposta a ser dada a um cidadão que resida na Madeira ou no Porto Santo seja
prejudicada face aos cidadãos que residem no restante território nacional e é
também contra este tipo de discriminação que infelizmente subsiste e se
agravou, largamente, nos últimos anos, que nos propomos a lutar na Assembleia
da República”, garante a candidata, lembrando, também e ainda no que respeita à
segurança da população madeirense, outra dos compromissos que a sua candidatura
assume, para a próxima Legislatura, é a de garantir que o Governo da República
comparticipe os meios aéreos de combate a incêndios, investimento esse que é
suportado pelo Orçamento Regional.
A vários níveis e em áreas
que exigem outra sensibilidade e solidariedade por parte da governação central,
é possível garantir mais e melhores respostas a todos aqueles que aqui vivem e
é nisso que iremos insistir na Assembleia da República, tanto mais quando estão
em causa direitos fundamentais por cumprir relativamente aos quais não nos
resignamos
