O MPT, através do seu deputado municipal, Valter Rodrigues, fez hoje questão de se manifestar em relação à notícia veiculada hoje nos
meios informativos cujo tema versa sobre a contratação de uma empresa externa
para gerir os semáforos da referida cidade do Funchal.
Desta forma, o partido vem questionar a razão Câmara Municipal do Funchal sobre a contratação desses serviços. "Quando a CMF detém nos seus quadros pessoas com conhecimentos e
competências suficientes para essa gestão, qual a razão para se contratarem
serviços externos? Não acreditam nas capacidades dos quadros municipais?
Existem razões exógenas como por exemplo a necessidade de se gastar um
orçamento cujo objectivo não foi cumprido por limitar demasiado as despesas?"
Porque razão, então, insiste o edil desta cidade em contratar mais
pessoal para a CMF? Será que não seria mais benéfico alocar essa prestação de
serviços a entidades externas? No limite, alocamos a prestação de serviços da
presidência a outsourcing… de certeza que sairia mais barato! Não se percebe que uma autarquia da dimensão da autarquia do Funchal, com todos os quadros e elementos qualificados que dela fazem parte tenha de recorrer externamente a um serviço como este
Nesse sentido, o partido elabora mais umas questões que gostaria de ver respondidas pela autarquia funchalense: "será que a empresa subcontratada conhece a realidade do trânsito
regional? Onde estão as medidas de redução do tráfego automóvel prometidas
pelo partido/ coligação vencedora das eleições? Quais as estratégias de redução de tráfego e de implementação de
obras de melhoria das vias que estão a ser utilizadas? A destruição da ciclovia
na estrada monumental ajudou ao propósito? E, por fim, quando a Coligação vencedora prometeu a construção de um
estacionamento na Praça do Município, em pleno centro da cidade, não analisou o
aumento de tráfego que daí adviria? E, por consequência, a necessidade de serem
revistos os sistemas de semáforos?".
