Os elementos indiciários no processo de alegada corrupção na Madeira foram o foco das atenções esta quarta-feira. Em causa esteve o valor de “uma pedra aparentemente preciosa (diamante), dissimulada entre vários cartões de visita e envolta em papel vegetal” apreendida pela Polícia Judiciária na secretária do gabinete do Paços do Concelho do Funchal, afecto a Pedro Calado na qualidade de presidente da autarquia.

A dita pedra preciosa que tem dado o que falar desde a revelação pública, na comunicação social e nas redes sociais, da apresentação do Ministério Público, no final de Janeiro, volta à baila depois de a CNN Portugal divulgar que a peça descrita pelo advogado de Pedro Calado como um “diamante sintético” com “valor desprezável” estaria avaliada em 50 mil euros pela Casa da Moeda. Confrontado com a divulgação, Paulo de Sá e Cunha refutou as informações.

Afinal a Casa da Moeda está ou não habilitada para avaliar diamantes?