O ‘Programa Regional de
Educação e Inclusão Financeira 2023-2025’ já abrangeu até à data 1.500 pessoas,
com acções dinamizadas em todos os municípios da Madeira.

O projecto da Secretaria
Regional de Inclusão e Juventude, dinamizado pela Direcção Regional da Cidadania
e dos Assuntos Sociais, conta com a parceria das autarquias e das escolas
regionais, tendo sido apresentado em seis Câmaras Municipais da Região: Funchal,
Câmara de Lobos, Porto Santo, Ribeira Brava, Ponta de Sol e Santa Cruz. Esta
manhã, foi a vez da autarquia da Calheta dar a conhecer o programa, numa sessão
que contou com a presença da secretária da tutela, Ana Sousa.

A exclusão financeira é
uma realidade que limita o potencial de crescimento e desenvolvimento de
inúmeros cidadãos, especialmente aquelas que se encontram em situações de maior
vulnerabilidade. Os programas
de capacitação financeira e de participação cívica são duas forças motrizes que
impulsionam a procura ativa de soluções para os desafios cada vez mais
complexos
— Ana Sousa, secretária regional de Inclusão e Juventude

"Num cenário económico e
digital que exige, cada vez mais, conhecimentos e competências direcionadas
para uma gestão eficaz e segura dos orçamentos familiares", esta iniciativa foi pensada para providenciar essa
informação aos madeirenses e envolve parcerias de referência como o Banco de
Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e a Autoridade de
Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

“Conhecer e compreender
conceitos financeiros que permitam tomar decisões conscientes e acertadas é a
base essencial para a gestão das finanças pessoais, familiares e até mesmo
laborais”, sublinhou Ana Sousa.

Na Calheta, a
apresentação do Programa Regional de Educação e Inclusão Financeira 2023-2025’
contou também com os contributos da vice-presidente da Câmara Municipal da
Calheta, Doroteia Leça, e da gerente do Banco de Portugal na Madeira, Barbara
Castro, e da diretora regional da Cidadania e dos Assuntos Sociais, Graça
Moniz, que destacou a importância de famílias e das empresas estarem preparadas
para gerir os riscos da transformação digital, do endividamento e
sobreendividamento.