A
Companhia Dançando com a Diferença promove, já no próximo sábado, 24 de Fevereiro
de 2024, o ‘Festival New Islands’ e o ciclo de conferências ‘Arte e
Inclusão ou Já Podemos Falar Em Arte?’, iniciativas integradas no projecto
INSUL’Arts, que procura dinamizar a criação, formação e igualdade de
participação no território insular.
No ‘Festival
New Islands’ serão apresentadas as criações dos artistas contemplados com
as bolsas de criação, atribuídas em 2022, nas áreas da dança e do teatro. O
evento tem início às 14h30 e serão apresentadas: as peças de teatro ‘mil
quinhentos e 15’, criação de Zacarias Gomes, e ‘(Qu)ilhómetros’, de Sofia
Freitas Abreu; o vídeodança ‘Entre Tanto’, de Georgina Abreu, a partir da
criação de Beatriz Baptista e a exibição do documentário ‘Projeto Linguagens da
Dança’, sobre o processo de trabalho de Mickaella Dantas no âmbito da bolsa New
Islands.
A
bailarina faleceu recentemente, vítima de doença prolongada, tendo o Parlamento
Regional aprovado um voto de pesar.
Com
início às 18h30, a segunda parte do evento será dedicada ao pensamento, sobre o
mote ‘Arte E Inclusão Ou Já Podemos Falar De Arte?’, que pretende
abordar a utilização (ou a necessidade de abandono) do conceito Inclusão dentro
do universo artístico.
‘Livro
Sem Pontos’, fruto
da parceria com o MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira, aquando da realização
da exposição ‘Como uma ilha sobre o Mar: Lourdes de Castro’ E ‘Qual A
Diferença de Criar Dentro e Fora da Ilha?’, compõem o início de um ciclo de
conferências que será estendido até o fim do mês de Março.
Márcia
Sousa, directora do Mudas. Museu
de Arte Contemporânea da Madeira; Natércia Xavier, directora regional de
Cultura e os artistas vencedores da Bolsa New Islands (Zacarias Gomes, Sofia Freitas Abreu,
Georgina Abreu e Beatriz Baptista) são os
convidados recebidos por Henrique Amoedo, director artístico da Dançando
com a Diferença, neste que promete ser um importante momento para pensar as
Artes e a Cultura.
“Unir
acções do Ciclo de Programação de Artes Contemporâneas da Madeira e também do
Encludança foi uma das formas de ligarmos o pensamento sobre as Artes e a
Cultura às apresentações públicas dos trabalhos dos artistas contemplados com a
bolsa de criação deste projecto. De outra forma, dificilmente teríamos
condições de trazer os resultados dos projetos contemplados com as bolsas New
Islands aos palcos regionais, o que para nós, não era uma hipótese”, sublinha
Henrique Amoedo,
O INSUL’Arts,
promovido pela Dançando com a Diferença, é um projecto pretende “auxiliar a
comunidade madeirense na construção de uma nova dinâmica cultural, uma
iniciativa que possa abrir portas e gerar oportunidades aos artistas e públicos
da região”. Financiado pelo Programa Cultura do EEA Grants Portugal, através do
Connecting Dots – Mobilidade Artística e Desenvolvimento de Públicos operado
pela Direcção-Geral do Património Cultural e gerido pela Direcção-Geral das
Artes, na qualidade de Parceiro do Programa, promovido e dinamizado pela
Companhia Dançando com a Diferença, em parceria com a dybwikdans (Noruega),
Câmara Municipal do Funchal, e o Teatro Viriato (Viseu).
