A chegada de provas indiciárias sobre o novo Hospital Central e Universitário da Madeira estará na origem da mobilização urgente dos advogados de defesa de Pedro Calado e Avelino Farinha, dois dos três detidos no âmbito do processo de alegada corrupção, para o Tribunal Central de Instrução Criminal.
O advogado de Custódio Correia já estava no Campus de Justiça a acompanhar o primeiro interrogatório judicial do caso.
À saída do tribunal, o advogado de Pedro Calado, Paulo Sá e Cunha, recusou prestar declarações aos jornalistas afirmando que não se justificava já que não foi nada urgente.
Sabe o DIÁRIO, que as provas indiciárias do Ministério Público estão a chegar a conta gotas. Para já, estão no Campus de Justiça cerca de 40 caixas com elementos recolhidos na Madeira durante as buscas.
A defesa exige ter acesso total aos documentos.
