O PAN enaltece todos os voluntários da Região e pede a sua valorização, pois "com os seus gestos generosos, dedicam tempo e energia ao próximo". "O impacto do voluntariado na nossa comunidade é incomensurável, sendo uma das maiores provas do poder da cidadania activa", refere o partido.

O PAN marcou presença no IX Encontro de Voluntários da Região Autónoma da Madeira, organizado pela Associação Casa do Voluntário e outras entidades parceiras do sector social.

“A celebração deste dia é também um momento para reflectirmos sobre o apoio às instituições que acolhem e organizam o trabalho dos voluntários. Não podemos continuar a ignorar a necessidade de uma revisão urgente das tabelas salariais das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), valorizando os profissionais que se dedicam ao cuidado de pessoas em situação de vulnerabilidade, idosos e pessoas com deficiência", defende a porta-voz Mónica Freitas.

Para o partido, a dignificação das condições de trabalho deve ser uma prioridade nas políticas públicas da nossa Região. "O reforço das respostas sociais de modo a que estas pessoas tenham os recursos e ferramentas para dar melhor resposta às necessidades da sociedade. Também as empresas têm um papel fundamental ao nível da responsabilidade social, ao nível interno e externo, mas também ambiental com boas práticas de sustentabilidade que devem ser reconhecidas e valorizadas.,” reforçou a deputada do PAN Madeira.

Apesar de congratular todas as pessoas envolvidas neste evento, lamenta apenas o "uso inadequado do Presidente do Governo Regional, que no uso da palavra desvirtuou esta celebração para questões partidárias".

Não era o momento para discursos de vitimização, descartando-se da responsabilidade que tem enquanto Presidente do Governo, em dar credibilidade às instituições e saber fazer a leitura do momento actual. Em vez disso prefere passar a responsabilidade a outros, aos mesmos que diz estarem a brincar a política. Mas brincar a política é não ser sério e responsável e tentar usar o orçamento como arma contra a população.
— Mónica Freitas