O CDS voltou a apelar ao Chega para que retire a moção de
censura, que apresentou, no início de Novembro, ao Governo Regional de Miguel
Albuquerque. Por José Manuel Rodrigues, o partido, que tem um acordo
parlamentar com o PSD, veio sensibilizar o Chega para os contratempos que,
primeiro, a falta de um Orçamento causa aos madeirenses e que, segundo, os
atrasos que a aprovação de uma moção de censura impõem a que possa existir novo
documento orçamental.
O apelo do CDS, além de revelar que o partido acredita que a
moção de censura vai ser aprovada, na próxima terça-feira, como, de resto, já o
admitiu o próprio Miguel Albuquerque, suscitou um conjunto de comentários cujo
sentido impõe uma verificação quanto a sua veracidade.
Vários leitores, no Facebook do DIÁRIO, mas também no de outros
órgãos de comunicação da Madeira, deixaram comentários no sentido de afirmarem
que não é necessário o Chega retirar a sua moção de censura, para que ela não
vá a debate e votação. Tais leitores deixam implícita a afirmação de que isso
pode acontecer pela vontade e decisão da maioria dos deputados no parlamento.
Será isso verdade?
