A Black
Friday já começou, e "traz mais uma vez a promessa de grandes descontos", pois de
acordo com o estudo da DECO PROteste "realizado em Portugal e
noutros países da Europa, e publicado nas plataformas da organização, prevê-se
que 71% dos portugueses aproveite esta data para fazer alguma compra. Em
defesa do consumidor, a DECO Proteste sugere algumas estratégias
para evitar compras desnecessárias ou supérfluas, evitar promoções enganosas, e
tirar o melhor partido de compras conscientes e vantajosas", informa em nota e deixa-os por pontos.
- 1.Não comprar por
impulso: A pressão das promoções pode
levar a compras impulsivas. A DECO PROteste aconselha a que os
consumidores planeiem as suas compras e definam um orçamento para evitar gastos
excessivos em produtos que não são necessários.
- 2.Desconfiar de "super",
"mega", "hiper" promoções: Expressões como estas podem ser apelativas, mas nem
sempre correspondem a descontos reais. O histórico de preços do produto deve
ser verificado, para que o consumidor se possa certificar que o desconto não é
enganoso.
- 3.Comparar preços: Para comparar os preços, existem plataformas como o
comparador da Deco Proteste (https://www.deco.proteste.pt/comparar-precos), para garantir o melhor negócio possível.
- 4.Verificar a
legalidade da promoção: A lei obriga
a que o desconto seja aplicado sobre o preço mais baixo praticado nos 30 dias
anteriores ao início da promoção. Certificar-se de que o preço anterior e o
preço promocional estão claramente visíveis. Desconfiar se não encontrar esta
informação.
O estudo recente da DECO PROteste, realizado em Portugal e outros países
da União Europeia, "revela que os consumidores portugueses estão mais
conscientes das práticas comerciais menos transparentes durante a Black Friday
e planeiam gastar menos este ano", embora mais de 70 em cada 100 dos inquiridos planeie aproveitar para comprar alguma coisa.
"Apesar
de os consumidores portugueses terem conhecimento sobre os perigos das
promoções enganosas, é fundamental manter a vigilância e seguir as
recomendações para garantir uma experiência de compra segura e vantajosa", conclui a nota da organização portuguesa de defesa dos consumidores.
Para
mais informações sobre os resultados do estudo e exemplos de práticas
comerciais ilegais e enganosas, consulte o website da DECO PROteste.

