O PPM Madeira solicitou um
esclarecimento ao Secretário de Educação da Madeira, sobre a greve do último
dia 15 de Novembro, convocada pela entidade sindical S.T.O.P., referiu o
partido em nota à imprensa.
Uma greve que, explica, teve
efeito em todo o território nacional, incluindo regiões autónomas e que foi
emitido um pré-aviso da mesma, “aviso esse que foi afixado em todas as escolas
de região, mas segundo várias queixas que nos fizeram chegar, essa greve
estaria ilegal por motivos de falta do mesmo pré-aviso, sendo que quem aderiu à
greve, está a ser pressionado a colocar um artigo para gozo de um dia de férias
a fim de evitar uma falta injustificada”.
No mesmo comunicado, o PPM
recorda, que há menos de um mês, houve outra greve e também várias queixas de
pressões para que os funcionários das escolas se apresentassem ao serviço. E, neste sentido, a coordenação do PPM Madeira volta a recordar que o direito à greve está previsto
na constituição portuguesa e é um direito inegável segundo o art.º 57.°.

