Uma vez que resulta de decisão política, o
constitucionalista Vitalino Canas não vê forma de anular o controverso adiamento
da discussão e consequente votação da Moção de Censura apresentada pelo Chega
(CH) ao Governo Regional da Madeira. Na opinião deste antigo deputado do PS a
única possibilidade para alterar o que foi decidido em Conferência de Líderes e
posteriormente ratificado em plenário, só mesmo por nova decisão de uma maioria
parlamentar.