O CDS-PP Madeira
reuniu, ao final do dia de hoje, os seus principais órgãos, a Comissão Política
e o Conselho Regional, e lamentou o estado político da Região Autónoma da
Madeira.

A instabilidade e a incerteza que está criada e, de alguma forma, a
inconveniência das iniciativas que têm vindo a ser apresentadas, “como um certo
beco sem saída” que se está a aproximar, onde a única solução seria irmos para
eleições regionais. As terceiras num espaço de 15 meses
— Ricardo Vieira, dirigente do CDS-PP Madeira

Nesse sentido, o CDS-PP Madeira
considera que "é a altura de pedir a todos os partidos que se faça um pacto para
a estabilidade para que se consiga um governo estável, credível e que possa
resolver os problemas dos madeirenses".

"Não andemos nesta sucessão de medidas que
só criam instabilidade, incerteza, insegurança e não adiantam nada na resolução
dos problemas das pessoas", sublinha.

Não obstantes, os centristas defendem que a decisão política "não se deve confundir" com as decisões judiciais. "São duas coisas distintas. Estar a colocar na Assembleia Legislativa Regional
pré-julgamentos de situações que estão na justiça não é um bom princípio para a
separação de poderes e para a democracia", afirmou Ricardo Vieira.

O CDS-PP Madeira
apela, mais uma vez, ao sentido de responsabilidade, procurando que os partidos
se entendam dentro do quadro parlamentar existente e que se possa constituir um
governo mais estável e com outra segurança.
— Ricardo Vieira, dirigente do CDS-PP Madeira