Na sequência
de uma declaração divulgada esta tarde pelo deputado Rafael Nunes (JPP) a
estranhar “movimentações estranhas no Caminho das Ginjas”, a Secretaria Regional
de Agricultura, Pescas e Ambiente emitiu uma nota a esclarecer que o Instituto
das Florestas e Conservação da Natureza (IFCN) limitou-se a realizar uma pequena
intervenção que visa preparar o local para a colocação de cancelas destinadas a
limitar o acesso em situações excepcionais, como intempéries, incêndios e
prevenção.

A nota
descreve que o IFCN realizou um procedimento de contratação pública para a
aquisição de cancelas, barreiras de corrente e sinalização de caminhos
florestais em perímetros florestais, no montante global de 14.990 euros, conforme
consta na plataforma Base Gov. No caso das cancelas, a primeira fase
corresponde à criação de suporte para a sua colocação, a segunda fase
corresponde à colocação da cancela para nivelamento e solidificação e a
terceira fase é a recolha da cancela para uso posterior, nos contextos em que
tal seja exigido.

“Tal como é
do conhecimento generalizado da população, os caminhos florestais integrados em
perímetros florestais, estão preparados para ter cancelas nas suas extremidades
as quais servem para controlo de entradas e saídas em contextos excepcionais de
intempéries, incêndios e prevenção por exemplo no caso de alerta vermelho ou
queda de neve”, adianta o mesmo texto.

A terminar,
o gabinete da secretária Rafaela Fernandes assegura que não existem
"movimentações estranhas no caminho das Ginjas" e que “a intervenção
é a normal para a operação acima descrita”. Teve início na quinta-feira, dia 7 de
Novembro e no dia seguinte foi concluída com a recolha da cancela.