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PPM Madeira apresentou, hoje, "algumas soluções, que até hoje nenhum dos partidos
com assento parlamentar se dignou a falar", para resolver o problema da especulação imobiliária na Madeira, "seja a nível de compra, seja a nível de arrendamento de longa duração".
O coordenador dos monárquicos na Madeira, Paulo Brito, defende, em concreto "cinco pontos essenciais para acabar com a especulação imobiliária e não ficarmos reféns de mais subsídios da União Europeia".
Designadamente: "baixar
IMI para o mínimo aos proprietários de imóveis de arrendamento de longa
duração"; " baixar
o imposto sobre arrendamento aos proprietários de imóveis de arrendamento de
longa duração" e "a
baixa de imposto em materiais de construção para edifícios que não sejam
considerados de construções de luxo para venda".
Por outro lado, e "tendo
em conta os altos lucros auferidos pelos bancos este ano (que alguns
ultrapassaram mais de 500 milhões)", o PPM propõe "baixar os juros de compra da 1.ª habitação,
sendo que esta não seja considerada habitação de luxo" e "tendo
em conta os altos lucros de arrendamento de curta duração (alojamento local),
aumentar o imposto e fiscalizar o Alojamento Local ilegal".
