A Juventude Popular (JP) da Madeira emitiu uma nota a dar conta que solicitou, ontem, "esclarecimentos e apelou para que o Ministério da Educação acautele a situação dos alunos do ISAL", nomeadamente "garantindo a continuidade dos estudos na Universidade da
Madeira (UMa) ou na Universidade Aberta, evitando quaisquer soluções de
carácter obrigatório em instituições de Ensino Superior situadas fora
da Região Autónoma da Madeira de forma a defender o melhor interesse dos
estudantes".
A JP "alertou ainda que planos curriculares como o da licenciatura
do Turismo podem não ter equivalência na UMa, sendo que é, deste modo, inadiável que a
tutela apresente soluções para os afectados, tendo em consideração
que nem todos os alunos serão capazes de dar continuidade aos estudos caso a
solução seja fora da Região", adverte a estrutura de juventude do CDS.
Os jovens centristas do Funchal, liderados por Vasco Marcial desde Agosto deste ano, "aproveitaram este contacto para relembrar que
este tipo de esclarecimentos devidos aos estudantes do ISAL é inadiável para
salvaguardar o bem estar dos alunos prejudicados com a decisão de não
acreditação da instituição de ensino que frequentam".
Além disso, a Juventude do CDS Madeira "lamenta ainda a perda desta histórica
instituição de ensino superior na Região, instituição que tantos profissionais
formou e preparou para a vida profissional. A JP Madeira, aproveita para
alertar que a Madeira deixa assim de ter uma licenciatura de Turismo, formação central
para economia madeirense fortemente dependente do sector".
