A sessão plenária desta quinta-feira teve um início
atribulado. Estava previsto que a primeira intervenção do dia fosse feita por
Magna Costa, eleita pelo Chega, mas por requerimento do respectivo parlamentar,
tal declaração acabou por ser substituída por uma intervenção do líder do partido,
Miguel Castro, que falou sobre “promiscuidade” entre PSD e PS.

O presidente da Assembleia, José Manuel Rodrigues, que teve
de decidir sobre o requerimento do Chega, explicou que, pelos termos regimentais,
o tempo das intervenções é decidido pelos grupos parlamentares. De qualquer modo,
anunciou que vai pedir um parecer à Comissão de Regimento e Mandatos.

Entretanto, na sequência da intervenção de Miguel Castro, Mónica
Freitas (PAN), criticou o Chega por ser o único partido que “silencia” intervenções.