A tranquilidade, o clima ameno e
as suas areias douradas fazem da segunda ilha do arquipélago um verdadeiro
Porto Santo para muitos. Nesta linha, ainda hoje o Público noticiava que “há
cada vez mais pessoas a procurar o Porto Santo para envelhecer”. “O peso
relativo dos estrangeiros quase duplicou numa década e grande parte são pessoas
que escolheram a ilha para desfrutar a última fase da sua vida”, indica o
periódico nacional na sua edição impressa deste sábado, 6 de Janeiro.

Lá diz o ditado popular que “nem
tudo que reluz é ouro” e, na ‘ilha dourada’, muitos habitantes enfrentam sérios
problemas habitacionais. Na rubrica ‘Final Feliz’ da passada sexta-feira, o
DIÁRIO deu-lhe a conhecer a história de Persilia da Silva, costureira do Porto
Santo, que viu a sua antiga e degradada casa renovada, graças ao projecto ‘Porto
Santo Inclusivo’ da Associação Casa do Voluntário.

Descarregue aqui e leia o artigo: “Minha alegre casinha”, de 5 de Janeiro de 2024 (497 KB)

Em que consiste afinal esta iniciativa, que já recebeu mais
de 100 pedidos desde o seu arranque?