Arrancou, este sábado, a 8.ª edição da Mostra da Poncha e do Mel na praceta da Serra de Água e foi com elogios à típica bebida regional e ao trabalho árduo dos produtores locais que Jorge Santos,
vice-presidente da autarquia ribeira-bravense, destacou a importância do evento.
Na óptica do edil, a iniciativa traduz um "verdadeiro
símbolo" da identidade madeirense "e uma oportunidade para valorizar" os produtores locais, "o produto Madeira, o sector económico, o comercio local e esta
terra em particular".
Destacou, por isso, o engenho dos apicultores, cuja produção na freguesia é "significativa",
bem como os produtores locais de cana-de-açúcar, tangerina, laranja ou limão
que trabalham directamente com os comerciantes para a confecção desta bebida
regional, não esquecendo os artesãos da freguesia, quase em extinção, que se
dedicam a criar os tradicionais paus da poncha.
Numa freguesia conhecida pelas tascas da poncha, o comércio tem um
enorme impacto na economia local, sobretudo na criação de postos de trabalho. Daí que a autarquia
tenha reiterado o seu apoio para a realização deste evento que vai na sua VIII
edição e é muito mais do que uma mostra da poncha.
Aproveitando a presença do director regional de Agricultura, Jorge Santos
agradeceu todas as medidas e investimentos que o Governo
Regional tem implementado.
Sabemos
que o seu compromisso em fortalecer a economia local e promover o turismo
sustentável tem trazido benefícios significativos para a nossa região.
E o autarca reafirmou o compromisso em "continuar a trabalhar em parceria com o Governo
Regional, para que juntos" possam "impulsionar o desenvolvimento económico,
preservar as tradições e promover a Madeira como um destino turístico de
excelência".
Até domingo, dia 28, a
Serra de Água acolhe expositores e stands, para além de uma variedade de
ponchas e de muita animação musical.
