Frisando que o PSD tem a
obrigação de ganhar as próximas Eleições Nacionais “porque é o único Partido
capaz de garantir a defesa dos interesses dos Madeirenses na República e o
alcance dos objectivos a que nos propomos para o nosso desenvolvimento futuro”,
o presidente do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque, reiterou, hoje, que a
coligação 'Madeira Primeiro' distancia-se das demais precisamente por colocar a
Madeira sempre em primeiro lugar, ao contrário de outros partidos que têm uma
matriz e uma visão centralista, bem evidente nestes últimos anos, durante os
quais estiveram sempre contra a Madeira e chumbaram todas as propostas que
seriam benéficas para os Madeirenses.
As declarações foram feitas no
decorrer dos encontros com os militantes do partido que tiveram lugar nos
concelhos da Calheta e da Ponta do Sol e dos quais saiu mais uma vez reforçada
a importância da vitória a 10 de Março, precisamente para assegurar mais poder e
capacidade de reivindicação e negociação na Assembleia da República.
“Para nós, primeiro está a
Madeira, a nossa terra e as nossas gentes e é fundamental que tenhamos uma
forte representação na Assembleia da República, porque só isso é que permite
trabalharmos e garantirmos avanços em áreas essenciais, só isso é que garante
que possamos continuar a defender os interesses dos Madeirenses contra tudo e
todos”, disse, numa oportunidade em que fez questão de vincar que o PS na
governação nacional, além de prejudicar a Madeira, apenas empobreceu o País e
agravou as clivagens sociais.
Miguel Albuquerque que,
dirigindo-se aos militantes, questionou qual era o legado que ficava da
governação socialista destes últimos anos para o País e, em particular, para a
Madeira, a não ser promessas por cumprir e o chumbo, inclusive pelo PS-M, das propostas
do PSD-Madeira ao Orçamento do Estado, visando a sua resolução, em temas como a
majoração dos apoios à Universidade e o Passe Sub-23, o apoio aos meios aéreos
de combate aos incêndios, a requalificação dos Tribunais e das Esquadras da PSP
e o pagamento, por parte do Estado, dos serviços de saúde das forças de
segurança na Região, entre muitas outros.
Líder dos Social-democratas
que, a rematar, reiterou, tanto na Calheta quanto na Ponta do Sol, a sua
confiança em Pedro Coelho e na sua equipa, garantindo que irá acompanhar de
perto a campanha no terreno e apelando a que, mais uma vez, os Militantes passem
a palavra e garantam mais uma vitória para o Partido e para a Região.
“Temos o dever e a
obrigação de querer mais para a nossa terra” afirma Pedro Coelho
Dirigindo-se aos militantes
da Calheta e da Ponta do Sol, o candidato e cabeça-de-lista da coligação 'Madeira Primeiro', Pedro Coelho, reiterou os seus apelos à mobilização
de todos para a campanha e garantiu que a prioridade é manter e reforçar a
defesa da Região na República, através de propostas concretas e, não, de
discursos fáceis ou demagógicos que não representam qualquer solução.
“A política é feita de
construção, é muito mais do que protestar, é dar a voz ao nosso povo” disse a
este propósito, frisando que esta candidatura reúne, precisamente, “os melhores
candidatos e os únicos capazes de reivindicar e fazer parte das soluções que
interessam aos Madeirenses”, de modo a ultrapassar as injustiças e a grave
discriminação de que a Madeira tem sido alvo por parte do Estado em áreas como
a Saúde e a Educação.
“Temos a obrigação de querer
mais para a nossa terra, para a nossa população e para o nosso futuro,
sobretudo depois de termos sido relegados pelo Governo da República, para
segundo plano, nestes últimos oito anos”, enfatizou o cabeça-de-lista,
assinalando a importância destas Eleições para o futuro e deixando claro que
aquilo que a Madeira precisa, neste momento, é de gente motivada e empenhada na
sua defesa e, não, da eleição de gente que tudo vai prometer e nada vai cumprir
na República.
Pedro Coelho que, a rematar,
sublinhou o extraordinário esforço dos Militantes e os bons resultados
alcançados nas últimas Regionais, lançando, na Ponta do Sol, o desafio para que
a vitória a 10 de março seja o primeiro passo para retirar o socialismo do
poder municipal em 2025.