Desde Outubro do ano passado que os reclusos do Estabalecimento Prisional da Funchal têm acesso a teleconsultas de psiquiatria, tendo já sido realizadas 20 sessões até à data. O serviço que antes acontecia em modo presencial tem vindo a ser realizado com recurso às videochamadas, evitando a deslocação dos reclusos às unidades de saúde.

Em nota enviada à comunicação social, a Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil refere que "este passo na humanização dos serviços prestados às pessoas em
situação de reclusão resulta do trabalho realizado em parceria entre o serviço
público de Saúde e o Estabelecimento Prisional do Funchal, no sentido de
proporcionar uma resposta às necessidades de saúde dos reclusos de forma mais
humana e também mais facilitadora para o próprio serviço prisional", podemos ler.

Estas consultas à distância acontecem uma vez por semana e são asseguradas por um
médico especialista afecto ao Serviço de Psiquiatria do SESARAM. Por semana são atendidos entre quatro a seis reclusos, sendo-lhes salvaguardada a privacidade e a confidencialidade.

Estas consultas são estabelecidas uma vez por semana e atendem
entre 4 a 6 reclusos, através de uma plataforma digital disponibilizada pelo
SESARAM, EPERAM, estando salvaguardada a privacidade e a confidencialidade dos
dados.

Pedro Ramos, secretário com a tutela da Saúde, acompanhado de vários elementos ligados à gestão da Saúde na Madeira, visitou esta terça-feira o Estabalecimento Prisional do Funchal.