O secretário
regional de Turismo e Cultura destacou a importância que assume o XXXVII
Festival de Música da Madeira, não só em termos daquilo que representa enquanto
iniciativa cultural, mas também naquilo que pode vir a representar, no futuro,
enquanto marca do calendário turístico da Região.
Falando na conferência
de imprensa de apresentação do evento, realizada esta tarde no Museu de
Fotografia da Madeira ‘Atelier Vicente’s’, Eduardo Jesus começou por destacar “a
riqueza deste legado que o festival deixou na nossa história”, mas também a importância
de que a sua continuidade “garantisse uma qualidade ao nível do padrão que nós
estivemos habituados enquanto foi possível realizar”, deixando a certeza de que
há condições para garantir a sua continuidade no futuro.
O tutelar da
pasta da Cultura fez questão de relevar “a qualidade desta programação”, ressalvando
que “é visível o cuidado que existiu no envolvimento do que há de melhor, quer
seja em termos internacionais, nacionais ou regionais”. Eduardo Jesus deixou
ainda elogios “a esta comunhão de intervenção de vários artistas”, salientando igualmente o facto da Orquestra Clássica da Madeira (OCM) não se assumir apenas como uma
orquestra em termos da sua actuação, mas também ter “uma responsabilidade social
muito grande associada”. Neste particular realçou “a ligação ao
Conservatório e este cuidado de fazer que a própria orquestra seja a aspiração
de quem aprende - é uma motivação acrescida de um valor incalculável”.
Eduardo
Jesus abordou ainda o ‘feedback’ positivo que os visitantes têm deixado sobre a
OCM, considerando que “na perspectiva turística há uma importância muito grande”
relacionada com este festival. E nota que “a qualificação de um destino também
se dá pela qualidade da oferta cultural que se tem”, acrescentando que este
festival “deixa também um grande contributo no crescimento da qualidade da
nossa oferta cultural”.
