O
CHEGA pode e deve continuar a aprofundar as posições que tem defendido em
matérias de Autonomia, diz Miguel Castro, presidente do
CHEGA-Madeira e líder parlamentar do partido. No âmbito da VI Convenção Nacional do CHEGA, que está a decorrer em Viana do
Castelo, afirmou que a eleição de um grupo
parlamentar na Assembleia Legislativa da Madeira e a iminente eleição de outro
na Assembleia Legislativa dos Açores confere ao partido uma dimensão insular e
atlântica que é inegável, assim como a oportunidade para reflectir ainda mais
profundamente sobre os temas que são específicos das populações da Madeira e
dos Açores.
Segundo
Miguel Castro, o aprofundamento, pelo CHEGA, de uma estratégia para as
autonomias é importante porque “cria canais maiores de proximidade e afinidade
com as populações das regiões autónomas” e também porque “enriquece, de forma
muito significativa, a mensagem política do CHEGA”, tornando-o “ainda mais
atento às especificidades dos contextos históricos, económicos, culturais e
sociais da Madeira e dos Açores.”
Nesse sentido, insta o CHEGA a continuar a defender os temas que são importantes
para o aprofundamento da Autonomia, tais como as dificuldades económicas geradas
pela condição de ultraperiferia, os custos elevados da mobilidade aérea, a
necessidade de ligações marítimas acessíveis e regulares, o reforço dos poderes
dos órgãos de governo próprio, a revisão da Lei das Finanças Regionais e a luta
por uma vida digna, na qual sejam garantidos aspectos como a habitação, o poder
de compra, o respeito pela família e a esperança no futuro.
O que se faz na Madeira, é em
Portugal que se faz. Por isso, autonomias mais fortes enobrecem e elevam o
propósito da nossa grande nação".
