O novo ‘Laboratório Vivo’ que
integra o Centro de Inclusão Social da Madeira já está a funcionar, servindo o
universo de 490 utentes que frequentam esta unidade na dependência do Instituto
de Segurança Social da Madeira.
O espaço está aberto desde meados
de Dezembro do ano passado e recorre à tecnologia imersiva e não imersiva, como
deu conta o terapeuta Fábio Pereira, com fins de reabilitação (competências
motoras e cognitivas) e promoção do bem-estar aos seus utilizadores, conforme
deu conta ao presidente do Governo Regional, na visita desta manhã.
Na ocasião, o doutorado em engenharia
informática, que integra os quadros do Centro de Inclusão e é, ao mesmo tempo,
investigador ligado à ARDITI - Agência Regional para o Desenvolvimento da
Investigação, Tecnologia e Inovação, apresentou os vários equipamentos que compõem
este laboratório e que permitem vários tipos de exercícios, destacando os
benefícios do uso destas tecnologias no âmbito da intervenção do Centro.
Aproveitou o momento, também,
para lançar o repto ao Executivo para um investimento na área do software,
depois de a unidade estar bem equipada ao nível do hardware. Em resposta ao repto,
Miguel Albuquerque mostrou abertura para esse investimento continuado,
sublinhando a importância da tecnologia nesta área, evidenciando o papel da ARDITI neste âmbito.
