Às eleições legislativas regionais da Madeira de 24 de
Setembro apresentaram-se 13 listas de partidos e coligações, que envolvem um total
1.222 candidatos e 13 mandatários. Há várias candidaturas encabeçadas por pessoas
que tiveram militância noutros partidos e alguns até desempenharam cargos de
representação política em parlamentos e órgãos municipais. A mudança de
projecto é absolutamente livre e um direito que a todos assiste, mas há quem
veja no exercício dessa opção uma manobra de oportunismo, na procura de
dividendos pessoais. Será que em todas as treze candidaturas há este tipo de ‘salta
partidos’?