O
presidente do conselho de administração da Escola de Condução Alternativa, Gil
Rodrigues, revelou que o número de candidatos à carta de condução tem vindo a
crescer, excepto em 2020. “Quase todas as profissões exigem carta de condução
aos trabalhadores. Questionado sobre se os veículos eléctricos podem ser
incluídos nas aulas de condução, Gil Rodrigues realçou ainda, à TSF-Madeira,
que é necessária o que haja uma alteração à lei. “Quem tira carta de condução,
usando um carro eléctrico, fica automaticamente uma restrição na sua
habilitação. Achamos isso desnecessário”, explicou.

Gil
Rodrigues garantiu ainda que a sua escola de condução não quer ser um
“entrave” para as "opções verdes", como o uso de trotinetas.
“Apesar de não sermos um entrave, acho que deveria existir formação para essa
utilização. Eu considero que a formação rodoviária deveria ser mais
implementada no âmbito curricular”, reiterou o responsável.

Sobre se o
intenso fluxo de trânsito tem prejudicado o normal funcionamento das aulas de
condução, Gil Rodrigues indicou que a escola tem procurado, junto com os seus
instrutores, encontrar ruas alternativas para evitar que os alunos se deparem
intensamente com essas condições. Actualmente, a escola conta com 8 ligeiros, 7
motociclos, 2 veículos pesados e ainda com 12 pessoas pertencentes aos quadros.

Trabalho produzido pelo estagiário João Pedro Santos, com supervisão do subdirector Roberto Ferreira.