O ataque informático que atingiu o sistema do Hospital Dr. Nélio Mendonça, provocando uma série de constrangimentos no Serviço de Urgência, este domingo, 6 de Agosto, está a afectar também a rede telefónica, externa e interna.

Segundo apurou o DIÁRIO, dado que os telefones não estão a funcionar, para contactarem, por exemplo, os médicos que estão em prevenção, os profissionais do Serviço de Urgência têm de ligar do próprio telemóvel.

Conforme foi noticiado, falha está a dificultar ainda as altas médicas e o acesso aos resultados das análises e exames imagiológicos, contribuindo para aumentar os tempos de espera e prejudicar o atendimento.

O 'caos' parece estar, não obstante, controlado, dado que o Serviço de Urgência está a registar menor afluência do que é habitual.

Esta manhã, em declarações ao nosso matutino, a presidente do conselho de administração do SESARAM, Rafaela Fernandes, apelou à população para que "apenas se dirija ao serviço de urgência em caso de absoluta necessidade".

Entretanto, o Serviço Regional de Saúde assegurou que "a ocorrência está a ser intervencionada a fim de ser resolvida com a maior brevidade possível".

O registo dos atendimentos está a ser efectuado em papel, dado que o serviço de Urgência do Hospital central do Funchal está sem sistema informático desde as sete horas de hoje.