PAN Madeira
e a candidata Mónica Freitas, da candidatura “O voto que faz diferença”,
alertam para as questões da segurança pública, reforçando a valorização dos
profissionais.
O partido
político PAN Madeira, acredita "que se deve ir à raiz dos problemas e começar
sempre da base. A Madeira tem vivenciado uma onda de assaltos e a
população tem sentido uma maior insegurança a andar pelas ruas, sobretudo na
baixa da Cidade do Funchal. Os assaltos não se limitam apenas a esta área,
gerando maior medo entre a população. Para o partido, a aposta na modernização
das cidades e no desenvolvimento prende-se com aumentar o sentimento de
segurança e baixar a taxa de criminalidade. Para isso, é necessário maior investimento e reestruturação das forças de segurança pública".
"Através da
auscultação feita pela cabeça de lista, Mónica Freitas, os polícias de
segurança pública estão assoberbados de trabalho, sendo obrigados muitas vezes
a realizar serviços privados, traduzindo-se em horas extra, maior cansaço e
frustração. O aumento das festividades da Região, também obriga a um
desdobramento das equipas para fazer face aos planos de segurança, não sendo os
valores pagos pelas horas extras suficientes para compensar a quantidade de
horas ao fim de um mês", acrescenta a nota de imprensa.
"Estas
questões devem preocupar toda a sociedade, atendendo que profissionais cansados
e desmotivados, baixam os níveis de produtividade, e numa área tão sensível como
a segurança pública, tal não pode ocorrer. O PAN
Madeira e a candidata Mónica Freitas, da candidatura “O voto que faz diferença”
defendem a criação de diálogo com as forças policiais, e comprometem-se a fazer
as propostas necessárias, a nível da Assembleia da República, de modo a
garantir melhores condições aos profissionais, e consequentemente garantir uma
aposta numa segurança efetiva da nossa Região", sublinha.
Outra das
propostas que o PAN defende "é a criação da polícia municipal, enquanto órgão
administrativo com competências de segurança que ficam na dependência das
Câmaras Municipais. Estão presentes em várias cidades por todo o país, exercendo funções de vigilância e de dissuasão da criminalidade".
