"Devia ser mais curto", reagiu o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, relativamente ao período de avaliação da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para rever os limites de vento definidos para a operação aérea no Aeroporto da Madeira, a partir de 2026.

As coisas a nível
nacional demoram sempre uma eternidade, não percebo porquê. O que interessa é
acelerar essa revisão do ponto de vista científico para termos conclusões.”
— Miguel Albuquerque.

Segundo o governante, que falou ao jornalistas à margem da inauguração das obras do centro cívico de Santa Luzia, existem três argumentos fundamentais: “Em primeiro lugar a pista hoje está
posicionada de uma maneira completamente diferente daquilo que acontecia em
1964 e tem mais do dobro do tamanho. Segundo lugar, a tecnologia de 1964 quer
da torre de controlo, quer dos elementos adjuvantes para aterragem, quer a
aparelhagem dos aviões teve uma evolução exponencial, ou seja gigantesca. E em
terceiro lugar, é evidente se conseguirmos conclusões do ponto de vista
científico e da segurança que deem mais margem para a aterragem é muito
importante para a Madeira e para todos nós”.