A votação do Plano Estratégico na Assembleia Geral
Extraordinária do Marítimo causou polémica entre os associados verde-rubros.
Tudo porque foi feita por braço no ar e não em urna, como alguns pretendiam. O presidente
da AG, do Marítimo, José Augusto Araújo, refuta críticas.
“O Código Civil fala muito claramente da votação de braço no
ar. Nós seguimos isso. A primeira Assembleia Geral do Marítimo que assisti, eu
ainda era menor, foi de braço no ar. Mais recentemente, como aconteceu na
questão do Clube Único, a votação foi de braço no ar. Não vejo razão para
alterar a votação”, disse após a Assembleia Geral desta noite, em Santo
António.
“É uma questão de seguir aquilo que deve ser seguido. O
Código Civil fala de votação de braço no ar. Na História do Marítimo, mesmo nas
Assembleia Gerais mais complicadas, a votação foi sempre de braço no ar. Hoje
aqui foi só uma proposta que foi votada. Se tivéssemos mais propostas. Como é
que se faria, nesse caso, uma votação em urna?”, conclui José Augusto Araújo.

