Três homens, naturais do Funchal, com idades entre os 21 e 28 anos, em que tinham na sua posse mais de 2.700 doses de estupefacientes foram detidos pela PSP.

O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança
Pública (PSP) informa que, a detenção deu-se na sequência do cumprimento de Mandados de Busca e
Apreensão, emanados da Autoridade Judiciária, a Divisão Policial do Funchal, na prossecução "de um
processo-crime em investigação pela Esquadra de Investigação Criminal do
Funchal, a qual já havia indiciado os suspeitos pela prática de crime de
tráfico de estupefacientes".

De acordo com o comunicado da PSP, nesta busca a autoridade policial "surpreendeu
os detidos na posse de diverso material proibido, apreendendo produtos
suspeitos de serem estupefacientes", nomeadamente:

  • Haxixe – em quantidade suficiente para cerca de 145
    doses individuais;
  • Ecstasy - em quantidade suficiente para cerca de 1.568
    doses individuais;
  • MDMA - em quantidade suficiente para cerca de 1.065
    doses individuais;
  • Produto indeterminado suspeito de A-PHP (vulgo
    “Bloom”) – 327.56 g.

Além destes produtos, as forças policiais também conseguiram apreender "uma reprodução de
arma de fogo, 5 telemóveis, 2 balanças e um automóvel que seriam usados na
atividade criminosa", bem como a apreensão de "diverso numerário, suspeito de ser produto desta actividade ilícita".

O Comando Regional da PSP informa que os produtos estupefacientes apreendidos são remetidos à
ordem do processo para análise laboratorial, sendo o restante material remetido
ao Tribunal da Comarca do Funchal.

Quanto aos detidos em causa, estes foram constituídos arguidos no
processo e restituídos à liberdade
mediante medida de coação de Termo de Identidade e Residência, por decisão da
Autoridade Judiciária competente.

O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança
Pública, mantém o compromisso de combate ao tráfico de estupefacientes e às
consequências nefastas que o mesmo tem na população consumidora e apela à
colaboração ativa da população na denuncia deste tipo de atividades junto das
instituições competentes.
— Luís Filipe Cardoso de Sousa Simões, Superintendente Chefe