A secretária regional de Inclusão Social e Cidadania (SRIC),
Rita Andrade, presidiu, esta segunda-feira, no Porto Santo, à cerimónia de
assinatura do 16.º contrato-programa formalizado ao abrigo da segunda edição do
Orçamento Participativo da Região Autónoma da Madeira (OPRAM).

Em causa está o projecto ‘OPRAM582 - Velejar pela Inclusão -
crescer com igualdade de oportunidade’, a cargo do Clube Naval do Porto Santo,
que vai beneficiar de 109.349,73 euros ao abrigo deste programa.

A iniciativa ‘Velejar pela Inclusão’ tem por objectivo
promover actividades náuticas, curriculares, educativas e sociais direcionadas
para crianças, jovens e adultos, assim como promover a inclusão de crianças com
perturbações de desenvolvimento e ansiedade que, desta forma, beneficiam de
acompanhamento especializado.

Graças a este projecto, os jovens podem aceder a terapias
específicas direcionadas para as perturbações no desenvolvimento e fases
críticas de rotina familiar ou ajuste a novas realidades.

O ‘Velejar pela Inclusão - crescer com igualdade de oportunidade’
desenvolve ainda as vertentes de sensibilização e formação sobre os desafios de
desenvolvimento profissionais e a dinamização da “Hora V” nas escolas e redes
sociais com a abordagem a diferentes temas sobre o crescimento e
desenvolvimento de crianças e jovens.

Rita Andrade elogia trabalho da Casa do Voluntário

Na ‘Ilha Dourada’, a secretária regional de Inclusão e
Cidadania incluiu na sua jornada de trabalho uma visita às instalações da Casa
do Voluntário do Porto Santo, uma instituição parceira do Governo Regional no
apoio a famílias e crianças porto-santenses, que dinamiza várias iniciativas no
âmbito do programa ‘Porto Santo Inclusivo’. Entre elas, campos de férias, apoio
à habitação, formação e sensibilização.

Rita Andrade aproveitou a ocasião para agradecer à Casa do Voluntário por ser uma entidade parceira fundamental na divulgação e recepção de candidaturas do PROAGES no Porto Santo. O Programa de Apoio à Garantia de Estabilidade Social (PROAGES) comparticipa despesas mensais dos agregados familiares, numa ajuda suplementar, atendendo à subida da taxa de inflação e ao consequente aumento dos preços e dos encargos mensais, em consequência do conflito entre a Rússia e a Ucrânia e tem sido um apoio muito importante também para as famílias do Porto Santo.