A estrutura da freguesia de Santa Maria Maior
da Juventude Social Democrata (JSD) realizou uma visita de barco à Reserva Natural
Parcial do Garajau, com o acompanhamento do Instituto das Florestas e
Conservação da Natureza (IFCN).

Os jovens laranjas descrevem a Reserva do
Garajau como “um autêntico santuário natural onde várias espécies marinhas encontram
refúgio” e consideram imperativas “a preservação sistemática da biodiversidade,
a proteção dos ecossistemas envolvidos e a promoção da sustentabilidade
ambiental”.

A JSD elogiou o IFCN, salientando o trabalho
desenvolvido pelos vigilantes da natureza num comunicado remetido às redacções, a quem chamam de “verdadeiros guardiões destas
áreas protegidas, desempenhando um papel que salvaguarda o cumprimento das
normas e previne a ocorrência de atividades ilegais”

Ainda sobre a axção destes
profissionais na Reserva do Garajau, a ‘Jota’ destaca não só “a monitorização constante
da zona protegida”, mas igualmente “a tarefa pedagógica que os vigilantes
assumem quando acompanham este tipo de visitas”.

“Para além do valor intrínseco da sua biodiversidade
marinha, a Reserva do Garajau desempenha também um papel educativo e científico.
É um local que permite a investigadores, a estudantes ou a jovens como nós aprender
mais sobre os ecossistemas marinhos, as interações entre as espécies e os
impactos das atividades humanas no meio ambiente”, finalizam os jovens
social-democratas.

Esta reserva exclusiva criada em 1986 abrange o
espaço marítimo compreendido entre a Ponta do Lazareto e a Ponta da Oliveira,
numa área correspondente a 376 hectares. Ganhou o estatuto de reserva marinha
exclusiva – a primeira em Portugal – por via da vontade de um grupo de
aficionados pela vida submarina. O mero (epinephelus marginatus), uma
espécie ameaçada, é o ‘ex libris’ desta reserva natural rochosa em que reside
uma diversificada fauna marinha.