Nuno Batista sentou-se à mesa com um engenheiro civil da Águas e Resíduos da
Madeira (ARM) e o gestor de rede da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM)
para acautelar a abertura de valas na rede viária do Porto Santo, isto tendo em
conta que a autarquia se prepara para investir, até 2025, cerca de 900 mil
euros na repavimentação de 50 quilómetros de estrada.
O presidente da Câmara Municipal do Porto Santo que articulou junto de Paulo
Freitas e Roberto Diogo as principais linhas que deverão ser desenhadas
"de forma que não se tenha de efectuar" rasgos "desnecessários
no pavimento, após a sua recuperação", ou seja, de modo que "caso
sejam necessárias, as alterações sejam feitas atempadamente e antes da
repavimentação".
O que o Município pretende é que a ARM reclame junto dos empreiteiros a
correcta realização dos trabalhos devidos, apelando à responsabilização dos
mesmos na execução da sua missão.
O edil mostrou-se assim desagradado com o trabalho desempenhado por alguns
empreiteiros que prestam serviços à ARM, "que têm de melhorar a sua
postura e serviço aquando da realização de obras no Porto Santo, no que diz
respeito à reposição de pavimentos". Quer isto dizer que onde seja
aberta qualquer vala, a estrada terá de ser toda alcatroada e "não
apenas" a área "onde foi intervencionada".
Apesar destes alertas, o presidente da autarquia quis reforçar o sentido de
proximidade e entreajuda existente entre o município e a empresa,
congratulando-se com a contratação "muito benéfica" de um responsável
de resíduos para o Porto Santo.
