Os nómadas digitais - através da Associação Madeira Friends e em parceria com a Direcção Regional de Informática - acabam de anunciar o seu segundo 'hackathon' [evento que reúne pessoas interessadas em trabalhar questões específicas desenvolvendo soluções inovadoras].
Com foco em oportunidades e desafios actuais na Madeira, este evento - que irá decorrer no Sangha Co-work, no Funchal, nos dias 19, 20 e 21 de Maio - terá como base tecnologias de inteligência artificial e 'machine learning'
Algumas das temáticas abordadas estão relacionadas com a
simplificação de processos; segurança e as competências digitais.
O grupo espera
reunir cerca de 20 participantes, estrangeiros e locais.
O objectivo deste
evento é "promover o trabalho de equipa entre a comunidade internacional e
local, a partilha de competências, a integração, o networking e 'think
tanks" de inovação'", explica a organização em comunicado de imprensa.
As inscrições encontram-se abertas e podem registrar o
vosso interesse através do website do evento:
O que é o 'H(AI)CKATHON'?
Neste caso, é um hackathon aplicado à inteligência artificial (AI) e 'machine
learning'. É um evento dinâmico que junta nómadas digitais, engenheiros
informáticos, empreendedores, estudantes de áreas de tecnologia e pessoas
criativas com interesse na evolução digital da RAM. Todos numa sala num
ambiente de maratona tecnológica com o objectivo de resolverem alguns desafios
identificados de forma a encontrarem soluções que beneficiem a ilha.
Neste tipo
de evento, os participantes colaboram em equipas de trabalho e têm a
oportunidade de apresentar novas soluções que resolvem os temas abordados em
apoio às diversas entidades e sectores económicos incluindo comércio local e
empresas da RAM.
Sobre o projeto Madeira Friends
A associação Madeira Friends, fundada em 2022, por Luís Calado e Marelin
Gonçalves, apresenta-se como um projecto social de longo prazo, com o objectivo
de "dar um propósito maior e continuidade ao programa dos Nómadas Digitais na
Região".
A associação foi criada para integrar a comunidade de nómadas digitais
e estrangeiros na ilha e “garantir ao mesmo tempo, que esta nova
comunidade deixa uma pegada positiva na ilha, através da criação de programas
de impacto real, desde a educação, ao bem-estar e à sustentabilidade,
promovendo uma verdadeira integração social e inclusiva”.
