A equipa da Confiança levou à
reunião semanal do executivo municipal alguns problemas que têm sido reportados
por vários munícipes "que se manifestam desiludidos com a morosidade na Câmara
Municipal em resolver os seus problemas".

"Honrando o compromisso assumido com os
funchalenses", os vereadores da Confiança mantêm a política de proximidade,
agendando reuniões no Espaço Confiança e promovendo audiências no terreno para
verificar presencialmente as situações que preocupam os munícipes do Funchal.

Assim, esta semana, "além de queixas
recorrentes sobre trânsito e estacionamentos, nomeadamente sobre a emissão de
cartões para moradores", a Coligação enaltece que foi solicitada uma solução para a derrocada que tornou
intransitável o Caminho da Ribeira dos Socorridos, na freguesia de São Marinho,
e impede o acesso dos moradores da sítio da Fajã ao sítio da Lombada.

“Nos últimos anos, sob gestão da
Confiança, o município investiu mais de 7 milhões na consolidação de taludes e
escarpas, para salvaguarda da segurança de pessoas e bens na cidade do Funchal.
Actualmente, apesar da boa saúde financeira que deixámos, toda a intervenção
nessa área de mitigação de riscos ficou na gaveta.”, lembrou o vereador Miguel
Silva Gouveia.

“É imperativo que este executivo aplique os enormes recursos
financeiros que se encontram disponíveis na resolução dos problemas reais da
população”, defende o autarca.

Na Ordem de Trabalhos, os
vereadores da Confiança apresentaram o voto desfavorável ao recrutamento de 16
técnicos de serviços jurídicos, num concurso aberto inicialmente para apenas 5
trabalhadores, "numa prática de “contratação à lá carte” que se vai tornando
habitual e que já é conhecida nos corredores da Câmara Municipal como a
“agência de emprego do PSD”.

Também sentido de voto negativo mereceram algumas
decisões urbanísticas, como a supressão de alinhamentos na freguesia da Sé, a
permissão de uma construção acima do previsto no PDM em São Martinho e a
declaração de caducidade de uma reabilitação de imóvel em Santa Maria Maior, por a Coligação considerar que "as mesmas não salvaguardam o interesse público e
constituem veículos para a especulação imobiliária".

De salientar ainda que a
Confiança se associou ao voto de pesar pelo falecimento do ex-comandante da
corporação de Bombeiros Sapadores do Funchal, Tenente Major Coimbra e votou
favoravelmente às normas do Orçamento Participativo e à concessão de apoios ao
associativismo que desenvolvem actividades na área desportiva.