Num fim-de-semana
em que a Madeira recebe milhares de turistas, atraídos pela Festa da Flor, o
Grupo Parlamentar do PSD-M aproveitou esta ocasião para destacar os "excelentes
resultados que a Região tem apresentado ao nível do Turismo".
Numa iniciativa na Avenida do Mar e das Comunidades, que será palco do cortejo
alegórico da Flor, o deputado Carlos Rodrigues lembrou que, em 2022, a Madeira
conseguiu atingir todos os recordes, quer ao nível da taxa da ocupação, quer
dos rendimentos totais, quer da entrada de turistas, ultrapassando largamente
os números obtidos no último ano antes da pandemia, ou seja, 2019.
Por outro lado,
acrescentou, também no primeiro trimestre de 2023, os dados estatísticos já
publicados “revelam que essa progressão continua a acontecer": "O que nos dá
alguma garantia de que 2023 poderá ser um ano com números ainda mais
confortáveis no que diz respeito a este setor, que é o principal setor de
atividade económica da Madeira”.
Carlos Rodrigues
salienta que esta dinâmica que se regista no Turismo assenta em três factores
determinantes.
Em primeiro lugar na capacidade e qualidade dos nossos
empresários e empreendedores na área do Turismo, os quais, mesmo durante a
pandemia, demonstraram uma resiliência e uma capacidade de adaptação muito
grande, mas também na qualidade do serviço prestado e recepção de todos os
colaboradores da hotelaria e actividades similares e, por fim, no papel que o
Governo Regional tem assumido, sendo disso exemplo o trabalho desenvolvido
durante a pandemia de modo a que o sector parasse o mínimo tempo possível e
antecipando a retoma.
Este trabalho permitiu, segundo o parlamentar,
diversificar e captar novos mercados, mas também reforçar eventos que já são
“marcos incontornáveis da actividade turística da Madeira”.
É, por isso,
que, realçando, em particular a Festa do Flor, em que nós apresentamos níveis
de ocupação quase nos 100% daquilo que é a nossa capacidade de alojamento, a
Madeira tem todas as condições e assume cada vez mais o papel de terceira
região turística do país mais importante e, apenas pela questão de dimensão,
não, é de facto a primeira.
