"Numa altura
em que somos um mundo cada vez mais povoado, com um consumo excessivo e
cujos indicadores de saúde, da atmosfera, da terra e dos oceanos são cada vez
piores, o que é que estamos dispostos a fazer pelo lugar onde vivemos e onde
viverão os nossos filhos e os nossos netos?", questiona o PAN Madeira neste Dia Mundial da Terra.
No seu entender, "uma região
sozinha não pode combater o enorme flagelo do aquecimento global/alterações climáticas se não garantir a sua autonomia energética e se não enveredar, cada
vez mais, por uma economia mais verde".
Uma região
não pode querer ajudar o ambiente se continua a poluir os seus recursos
hídricos, a ignorar a economia circular, a destruir o coberto vegetal, a
construir cimento sobre cimento sem espaços verdes, sem reaproveitar os
recursos, matando todos os animais só porque sim entre tantas outras coisas".
"Uma região
não pode querer um planeta B se não investir nos transportes públicos, na
autonomia energética dos mesmos e deixar de lado os combustíveis altamente
poluentes", acrescenta.
Precisamos
de evoluir rapidamente, de sermos mais ambiciosos no cumprimento das nossas
metas e de encarar, de uma vez por todas, a nossa terra como nossa
prioridade".

