O ex-padre
Anastácio Alves não requereu abertura de instrução no processo em que é acusado
pelo Ministério Público (MP) da prática de quatro crimes de abuso sexual de
menores, pelo que o caso deverá seguir directamente para julgamento no Juízo
Central Criminal do Funchal (Edifício 2000). A informação foi avançada ao
DIÁRIO pelo advogado Miguel Santos Pereira, cujo escritório representa o
arguido.