O processo em tribunal sobre o caso da queda da árvore do
Monte, que, em 2017, provocou a morte a 13 pessoas, avançou nos últimos dias a um ritmo pouco habitual na justiça portuguesa. Depois de anos ‘a ganhar mofo’, durante o
mês de Fevereiro foi apresentado e decidido um recurso no Tribunal da Relação
de Lisboa e marcada a data da primeira audiência de julgamento, no Funchal. À celeridade incomum, junta-se a decisão da presidente do colectivo de juízes, tomada em Outubro passado, de
separar a matéria criminal da cível. O grande objectivo é garantir que os
eventuais crimes não prescrevam.