A unidade de produção de microalgas marinhas, da EEM
Biotecnologia (empresa do grupo da EEM – Empresa de Electricidade da Madeira -
anteriormente designada de EEM & BFS) está agora a produzir “microalgas
marinhas para serem posteriormente utilizadas no desenvolvimento e produção de
produtos de elevado valor acrescentado para a nutrição humana, animal e
cosmética”. A informação consta de um anúncio de recrutamento da A4F (Algae for
Future) e foi reproduzida numa notícia, da última quinta-feira, do JM. A EEM
apresenta o redireccionamento do projecto para as áreas alimentar e cosmética
como uma novidade de agora. Mas será mesmo assim?
D+Madeira
Utilizar as microalgas marinhas do Porto Santo nas áreas alimentar e cosmética constitui um redireccionamento do negócio?
Há mais de dez anos que é sabido que a produção de biocombustível não traria retorno ao investimento
