Boa noite!
As cerimónias públicas são muitas vezes um hino ao
desperdício de tempo. Basta que uns cinco protagonistas notáveis usem da
palavra e façam discursos pródigos em dissertações inconsequentes. Contudo, o
mais irritante é vê-los alinhados com os compêndios da etiqueta, assumindo-se
como exímios cumpridores das saudações protocolares que um dia alguém estipulou
como recomendáveis, embora fúteis, logo, dispensáveis.