António Costa apresentou, na terça-feira, a demissão ao fim de quase
oito anos em funções como primeiro-ministro, na sequência uma investigação
sobre os negócios de exploração de lítio em Montalegre e Boticas e de
exploração de hidrogénio verde em Sines.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), estarão em causa “factos susceptíveis de constituir crimes de
prevaricação, de corrupção activa e passiva de titular de cargo político e de
tráfico de influência”. A punição prevista para estes crimes pode ir até aos 10
anos de prisão.